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Educação orienta produtores sobre oferta de alimentos para merenda escolar

Publicado: Data: 21/02/2019 Autor: Ascom

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Dicas e alertas sobre manejo dos alimentos consumidos pelas crianças foram repassados aos pequenos agropecuaristas selecionados no Programa Nacional de Alimentação Escolar

Por Marcelo Martin - Foto: Marcos Filho Sandes/Ascom

Produtores rurais da Agricultura Familiar contemplados na chamada pública para fornecimento de alimentos para escolas e creches de Araguaína participaram de uma orientação da Secretaria da Educação, nessa quarta-feira, 20. O objetivo é repassar dicas, mudanças e alertas para manter a qualidade dos produtos que serão consumidos pelas crianças.
 
Na oportunidade, as nutricionistas explicaram as novas regras de manejo e entrega dos produtos às unidades e alinhamento sobre o planejamento de compra e expectativa de colheita e produção.  A chamada pública do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) é válida até julho e aprovou 61 agropecuaristas.
 
Mudanças, dicas e alertas
Segundo a nutricionista da Educação, responsável pelo programa no Município, Cristiane do Carmo, o que foi repassado vai ajudar na conservação dos alimentos.
 
“Nós identificamos que muitas escolas não consomem o saco de 10 quilos de farinha. Então, agora serão entregues sacos de 5 quilos. Isso diminui a manipulação dos alimentos, ajudando na higiene e conservação deles”, descreveu Cristiane.
 
Outros detalhes serão observados no momento da entrega dos produtos, e caso as orientações não sejam cumpridas, o alimento será desconsiderado. “O feijão não pode ter caruncho. A mandioca não pode ser lavada, para não dar fungo, mas não pode ter muita terra. O mamão deve ser colhido de vez, pois o verde não madura fora do pé. E para quem vende poupa, não deve adicionar corante”, alertou a nutricionista.
 
Cada produtor poderá vender anualmente a cota de R$ 20 mil em produtos, e caso não atinja o teto, poderá se cadastrar para outro edital no segundo semestre. São ofertadas frutas, verduras e ainda proteínas de origem animal, como carne de frango e mel.
 
Destino certo
O programa é um grande incentivador da Agricultura Familiar, facilitando a venda dos produtos que alimentarão as crianças da educação pública municipal e ofertando assim alimentos frescos.
 
Em 2018, Harley Silva de Lima, 40 anos, forneceu cerca de 60% do mel que produziu na propriedade em Nova Olinda. “Esse programa é muito bom, eu entreguei mais de 400 kg de mel no ano passado. Só não vendi mais porque atingi a cota. É um faturamento certo”, comentou.
 
Já Daniela da Silva Costa, 24 anos, que é produtora de milho, mamão e melancia em Araguaína, entende que o programa é importante por conta da falta de tempo.
 
“A gente que trabalha na roça precisa estar atento todo dia. Assim, é difícil sair em busca de comprador. Com o programa é mais fácil, eu já sei para quem vou vender”, relatou. Assim como Lima, ela também atingiu a cota dos R$ 20 mil, vendendo para o programa quase toda produção de mamão.
 
Espaço para expansão
Em relação a 2017, o número de empreendedores beneficiados no ano passado mais que dobrou, saindo de 22 para 53. E em 2019, continuou aumentando e chegou aos 61 selecionados. Assim como o número de beneficiados, também cresceu o valor pago pela aquisição de alimentos, aumentado de R$ 250 mil para R$ 733 mil.


 

“A gente que trabalha na roça precisa estar atento todo dia. Assim, é difícil sair em busca de comprador. Com o programa é mais fácil, eu já sei para quem vou vender”, relatou a produtora Daniela Costa

Publicado: Data: 21/02/2019 Autor:Ascom







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